Equipe do TJAM apresenta prática de justiça restaurativa em escola ribeirinha de Manaus

Ideia é que servidores municipais sejam multiplicadores, em seus locais de atuação, para a prevenção e também resolução de conflitos, por meio do diálogo.


A primeira apresentação da prática de justiça restaurativa para escolas ribeirinhas da REDE municipal de Manaus ocorreu na última quarta-feira (12/04), após a assinatura de acordo de cooperação entre o Tribunal de justiça do Amazonas e a Secretaria Municipal de educação.

Segundo o juiz Luis Cláudio Chaves, titular da Vara de Medidas Socioeducativas da Comarca de Manaus, a parceria tem a finalidade de levar aos profissionais da área de educação subsídios para que seja promovida a prática da justiça restaurativa, envolvendo as pessoas da comunidade escolar.

Este primeiro Curso de Introdução à justiça Restaurativa, levado à escola Municipal José Sobreira, na comunidade Nossa Senhora de Fátima, da Divisão Distrital Zona Rural, teve a participação de 30 pessoas da divisão, como assessores, gestores e demais funcionários públicos.

A proposta de disseminar o tema aos servidores municipais é de que eles sejam multiplicadores, em seus locais de atuação, para a prevenção e também resolução de conflitos, por meio do diálogo, sem haver necessidade de que eventuais casos que possam ser solucionados naquele âmbito entre as pessoas sejam levados ao Judiciário.

Neste sentido, o TJAM compartilhará sua experiência por meio da equipe da Central de justiça Restaurativa, que ministra o curso, formada por pessoas como as servidoras Sabrina Monteiro Porto de Almeida e Nayluce de Lima Pereira, que estiveram na escola.

No TJAM, a Central de justiça Restaurativa foi instituída pela Resolução n.º 17/2021, observando também as diretrizes da Resolução n.º 225/2016, do Conselho Nacional de justiça (CNJ), que dispõe sobre a Política Nacional de justiça Restaurativa.



Patrícia Ruon Stachon

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Publicado em: 14 de abril de 2023 às 11:00
Categoria(s): Judiciário